terça-feira, 6 de novembro de 2007

Bernie Dexter

Bernie Dexter tem renome no mundo da moda pshychobilly. Está sempre lançando novos ensaios com o estilo rocker, rockabilly, pshycobilly. Os anos cinqüenta voltaram! E estão cada vez mais bonitos, nas representações de Bernie Dexter. Seu trabalho é sempre emocionante e fresco, causando brilho no olhar de todos. A moça realmente leva o estilo de vida dos anos 40 e 50. Bernie gosta de fotos com langerie e as vezes se sente “uma menina selvagem”. Os ensaios são sempre muito sensuais e magnificos.

Vejam algumas fotos de ensaios:

Para conferir mais sobre o trabalho de Bernie Dexter acesse: http://www.berniedexter.com/
(post editado e atualizado - 2ºvez)

sábado, 3 de novembro de 2007

História do boxe

O boxe é um dos esportes mais antigos do mundo, remontando à época das olimpíadas da Grécia, por volta do ano 800 a.c. Denominado em seus primórdios de pugilato, os seus lutadores usavam mãos envoltas em correias de couro e tinham os corpos inteiramente nus. Os vencedores dos confrontos ganhavam uma coroa de oliveira selvagem e grande prestigio em toda Grécia antiga. Com o declínio dos Jogos Pan-Helênicos, o pugilato viveu um período obscuro. Na Idade Média muito pouco se conhece, mas no final da Idade Moderna, o pugilato, agora já conhecido por boxe, era praticado pelos homens mais valentes das cidades européias e americanas que se digladiavam mostrando sua coragem, força e resistência física em troca de remuneração a qual poderia ser em moeda corrente ou mercadoria, esta última forma era a mais comum.Não existia número máximo de rounds, os lutadores utilizavam mãos nuas e os combates eram desprovidos de quaisquer regras. A violência era a tônica e a vitória era dada àquele que resistia em pé enquanto seu adversário estava prostrado ao chão.Entretanto o nobre inglês Marques de Queensbury, entusiasta do boxe resolveu dar-lhe determinadas regras tornando-o mais justo, equilibrado e menos violento. Esta é a razão do boxe ter a alcunha de Nobre Arte. O uso de luvas, divisão de pesos, limitação de rounds, foram criados e então o boxe passou a ser considerado pelo mundo ocidental como um verdadeiro esporte. A primeira luta legalizada de boxe profissional ocorreu em 7 de fevereiro de 1882, nos Estados Unidos. Em 1896, data dos primeiros Jogos Olímpicos do mundo moderno, o boxe foi incluído, tendo passado então a ser qualificado como Amador, surgindo assim o boxe amador, possuindo regras substancialmente diferentes daquelas do boxe profissional.No Brasil, surgiu o interesse pelo boxe em 1918, quando alguns marinheiros franceses fizeram algumas exibições em São Paulo.Estudiosos do boxe tem procurado ao longo dos anos inová-lo, tornando-o mais seguro para os seus praticantes, preservando a emoção que é peculiar tanto ao boxe amador quanto ao profissional

fonte: www.historiaecultura.wordpress.com

Selvagens violentos e assassinos

Na cabeça de uns, espalhafatosos moicanos azuis, verdes ou vermelhos espetados com gel. Na de outros, só o brilho da careca. Dentro delas, nenhum estofo intelectual para serem representantes, como costumam pregar, de qualquer corrente ideológica que seja, mas imbecilidade suficiente para sair por aí depredando, batendo e até matando. "Gosto de beber, conhecer novos punks, brigar e agitar muito. Sou um cara subversivo e tento de alguma forma destruir esse sistema", diz o estudante Johni Raoni Falcão Galanciak, 21 anos, em sua página no site de relacionamentos Orkut. "Por isso, tomem cuidado." Na madrugada do último domingo, ele estava entre os 25 punks acusados de espancar e desfigurar o rosto do estudante G.C., de 17 anos, na Avenida Tiradentes, a pouco mais de 100 metros da sede das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota). Nove deles, inclusive Galanciak, já fichado na polícia, acabaram presos em seguida. O restante conseguiu fugir. Os delinqüentes fazem parte da Vício Punk, uma das doze gangues que atuam na cidade e que volta e meia protagonizam episódios covardes e de extrema violência. Suspeita-se que o rapaz que apanhou até sofrer um traumatismo craniano e múltiplas fraturas no maxilar seja ligado a um grupo rival de skinheads.
Esse foi o segundo ataque de punks em uma semana. No dia 14, delinqüentes mataram, a facadas, o balconista Jaílton de Souza Pacheco no Terminal Parque Dom Pedro II, no centro. Os punks queriam pagar 60 centavos por um pedaço de pizza que custava 1 real, o que motivou a discussão. Dois homens e uma mulher foram presos. De grande repercussão, a morte do turista francês Grégor Erwan Landouar, esfaqueado nos Jardins em 10 de junho, teve uma explicação homofóbica. A vítima havia participado da Parada Gay. "Ele disse em juízo que ficou revoltado quando viu duas pessoas do mesmo sexo se beijando e resolveu matar a primeira pessoa que encontrasse pela frente", conta o promotor Maurício Ribeiro Lopes, referindo-se a Genésio Mariuzzi Filho, o "Antrax", preso sob a acusação de ter matado o francês. "Trata-se de alguém que faz o mal sem remorso ou culpa, como um psicopata." No mesmo mês, membros da gangue Devastação Punk mataram o garçom John Clayton Moreira Batista, também nos Jardins, por ele ter se recusado a emprestar um isqueiro.
Pelo que se vê, há fartura de casos policiais relatando punks, skinheads e sabe-se lá o que mais envolvidos em depredações, brigas e assassinatos. Só neste ano, a ação dessas gangues resultou na morte de seis pessoas. O número de óbitos pode parecer pequeno se comparado, por exemplo, aos catorze homicídios cometidos em um único fim de semana na capital. Mas trata-se de baderneiros violentos e estúpidos o suficiente para representar um perigo à solta. "Está havendo um tipo de guerra entre essas tribos urbanas depois que mataram o líder de uma das facções", afirma a delegada Margarette Barreto, titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Criada em 2005, a Decradi mapeia as principais gangues de São Paulo. Em seu sistema, há cerca de 3 000 fotos de arruaceiros e suas armas. Quando um deles se mete em confusão, é fichado. Assim, a polícia tenta patrulhar e acompanhar a ação de grupos como Ameaça Punk, Vício Punk, Devastação Punk, Phuneral Punk, Carecas do ABC, Carecas do Subúrbio, Front 88, Impacto Hooligan, Brigada Hooligan, entre outros. Uns pregam o anti-semitismo, outros, o patriotismo, e há os que nutrem ódio por nordestinos, negros e homossexuais. A maioria desses moicanos ou cultores de músculos, no entanto, mal conhece as teorias que defende e apenas repete bordões ouvidos de terceiros. Com suas roupas características (skinheads usam coturno, suspensórios, calças camufladas; punks vestem camisetas de bandas e calças rasgadas), são freqüentemente identificados em alguns pontos da cidade. Circulam por lojas da Galeria do Rock, pela Avenida Paulista, por bares da Treze de Maio e boates da Rua Augusta. Segundo testemunhas, os punks que protagonizaram o último episódio dessa batalha urbana saíam da casa noturna Hangar 110, um reduto alternativo no Bom Retiro. "Aqui dentro não ocorre briga porque tenho seguranças e mantenho tudo sob controle", afirma o proprietário Marco Antônio Badin. "O problema é que essa molecada confunde anarquia com baderna e protesto com violência." E a violência vem armada: correntes, socos-ingleses, tacos de beisebol, machadinhas, tchacos (dois bastões unidos por uma corrente) e sprays de pimenta.
O analista de sistemas Willian Almeida, de 23 anos, conhecido como Zugão e integrante do grupo Punk Subúrbio desde os 13 anos, costuma andar sempre armado com correntes, faca e soco-inglês, pelo qual nutre uma espécie de gratidão. "Numa das brigas, ele estava dentro da minha jaqueta e evitou que tomasse uma facada no peito. Salvou minha vida", lembra Almeida, que afirma ter perdido três amigos para as lutas de rua. Baixista da banda Ódio em Excesso, Almeida conta que foi atacado pelo menos cinco vezes por skinheads. Acabou machucado em duas brigas. Há três anos, saía de um show em São Mateus, na Zona Leste, quando foi abordado por três carecas, armados de espadas. O amigo que o acompanhava ganhou cortes pelo corpo e Almeida, um braço quebrado. "Os caras costumam aparecer de repente e já chegam na porrada, sem dizer nada. Ou você bate ou apanha."
Em geral, os membros dessas facções são jovens de classe média baixa. Muitos trabalham como office boys, seguranças, vendedores, auxiliares de escritório ou se apresentam como estudantes. Freqüentam os mesmos lugares e compartilham os gostos musicais (reggae, ska e punk – de variadas vertentes). Bandas como Toy Dolls, Virus 27, Skrewdriver e Four Skins fazem a cabeça dos skinheads. Os punks preferem Cólera, Inocentes, Garotos Podres, Plebe Rude, Ramones, Sex Pistols, Olho Seco e The Misfits. Alguns líderes dessas bandas se sentem desconfortáveis com a onda de violência entre seus fãs. "Infelizmente, há bandidos imbecis da pior espécie que vestem a bandeira do movimento punk para praticar agressões gratuitas", diz Michel Stamatopoulos, o Sukata, baixista dos Garotos Podres. Para não serem tachados de catalisadores de violência, os Garotos Podres têm evitado shows em São Paulo. Ultimamente, apenas duas ou três das cinqüenta apresentações anuais que fazem ocorrem por aqui.
Quem acompanhou a história das gangues paulistanas acredita que as "tretas" – como eles se referem às brigas – se intensificaram com a chegada do filme Warriors, Os Selvagens da Noite (de 1979), dirigido por Walter Hill. A fita mostra o conflito entre gangues nova-iorquinas depois da morte do líder da maior delas. Por aqui, as brigas viveram o auge nos anos 80, entre facções da capital e do ABC. Atualmente, essa guerra não mais opõe tribos de São Paulo e tribos do ABC. "Quem passou a juventude nos anos 80 sabe que os punks tinham um discurso anárquico, de contestação, protesto, mas não eram violentos nem preconceituosos", diz Patrícia Linn Bianchi, promotora do caso dos skinheads que obrigaram dois jovens a se jogar de um trem em Mogi das Cruzes – um morreu e outro perdeu o braço. "Essas gangues fazem releituras equivocadas desses movimentos. São arrogantes, segregacionistas e precisam de um manto para agir." Ou seja, são covardes, selvagens e merecem cadeia.

Chutes, pancadaria, facadas...
Os sete casos graves registrados neste ano
Sergio Alberti/Folha Imagem 21 de outubro. O menor G.C., 17 anos, foi espancado por um grupo de 25 punks, que saíam de uma casa noturna no Bom Retiro. Nove foram detidos.
14 de outubro. O balconista Jaílton de Souza Pacheco foi esfaqueado e morto, no centro, por três jovens que se identificaram como punks. Motivo: ele se recusou a fazer um desconto na venda de um pedaço de pizza.
22 de junho. Punks esfaquearam e mataram o garçom John Clayton Moreira Batista, nos Jardins, por ele não ter lhes emprestado um isqueiro. Quatro adultos e quatro adolescentes – que fariam parte do grupo Devastação Punk – foram detidos pela polícia.
10 de junho. No dia da Parada do Orgulho Gay, o turista francês Grégor Erwan Landouar foi assassinado nos Jardins. Dois jovens, identificados como punks, foram presos. Um deles, Antrax, é tido como líder da gangue Vingança Punk.
13 de abril. Munidos com barras de ferro e facas, dez punks agrediram skinheads na Rua Augusta. Ricardo Sutanis Cardoso morreu e Rogério Moreira ficou ferido.
4 de março. Ex-PM e seu filho mataram a facadas dois adolescentes na Penha, Zona Leste. Tudo ocorreu depois de uma briga entre dois grupos punks rivais.
Marcelo Ximenez/Folha Imagem 10 de fevereiro. O professor universitário Alessandro Faria de Araújo (o primeiro à esq.) foi espancado nos Jardins. A polícia identificou e prendeu cinco dos acusados, que pertenceriam aos grupos Carecas do ABC e Devastação Punk.

Armas
Tanto punks quanto skinheads costumam circular com correntes, socos-ingleses, tacos de beisebol, canos, machadinhas, tchacos (dois bastões unidos por uma corrente), furadores de gelo, facas e sprays de pimenta. Há casos de skinheads que portam revólveres e até espadas.
Lugares que costumam freqüentar
Punks e skinheads circulam principalmente pela região da Avenida Paulista. Na Rua Augusta, a boate Inferno é um dos points, assim como os bares da Treze de Maio. Costumam circular também pela Alameda Itu, próximo ao Bar du Bocage, e na Galeria do Rock, onde compram roupas. Na alternativa casa noturna Hangar 110, no Bom Retiro, ocorrem os shows das bandas prediletas desses grupos.
fonte: matéria da revista veja são paulo, de 2007

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Tank Abbott x Vitor Belfort


Video de luta realizada no Ultimate Fights, se não o maior, um dos maiores palcos de lutas que misturam vários estilos de artes marciais.

(editado e atualizado - 2º vez)

Juliana Paes arrasa em festa das 100 mais sensuais da revista VIP - 2007

Juliana Paes foi eleita pela revista VIP a mais sexy do Brasil
O clima frio e chuvoso Rio de Janeiro dava o tom na festa da revista "VIP" para as 100 mulheres mais sensuais do mundo segundo os leitores brasileiros na noite de quarta-feira, 24.

A música "bate-estaca" colaborava para que a pista de dança ficasse vazia. A noite corria assim até que à meia-noite Juliana Paes, agora loira, chegasse ao salão do Museu de Arte Moderna, local da festa, com seu vestido prata metálico curto e acinturado.
Ao som do funk "Glamurosa", Juliana esquentou a festa que, como dizem os freqüentadores da noite, "bombou" a partir de sua chegada.

Juliana Paez
A atriz recebeu o prêmio de mulher mais sexy do mundo pela segunda vez consecutiva. Do alto de um palco vermelho, Juliana agradeceu. “Foi uma surpresa. Primeiro porque não tinha atentado para a data. O ano passou muito rápido ... Não estava pensando nisso. Fico muito feliz em ganhar uma eleição popular. Estou muito lisonjeada”, disse a atriz.
Juliana disse se achar sexy "na maioria das vezes" e atribuiu o fato ao seu jeito espontâneo.

Big Brother
Os integrantes do BBB 7 foram à festa em peso. Bruna Tavares e Alberto Caubói, Flávia Viana e Fernando Justin e Carollini Honório estiveram lá. Irislene Stefanelli, a Siri, chegou à 1h.

iris siri
Quando a trupe de humoristas finalmente deu um descanso, Iris falou sobre sua presença na lista das 100 +. “É um sonho. Eu não acredito. Se você me dissesse isso há um ano, eu não acreditaria. É uma surpresa”. Sobre a solteirice, ela, que terminou um relacionamento curtíssimo com o empresário Stravos Stilianos, disse esperar alguém especial. “Logo, logo vai aparecer alguém especial”. Com a entrevista já encerrada, Iris voltou a gravar – e repetiu a fala por duas vezes - a pedido de sua assessora, para agradecer aos fãs a sua eleição na revista.

fonte EGO

Mais imagens das musas

sábado, 13 de outubro de 2007

Tropa de Elite - é faca na caveira!

"Finalmente vi o tão falado filme Tropa de Elite, no dia da estréia oficial nos cinemas. Gostei muito. O que mais me impressionou no filme foi seu realismo, a forma direta como trata de delicados temas – como o da violência carioca. Após ver o filme, parece-me incompreensível o rótulo de “fascista” que muitos esquerdistas deram ao filme. Sim, entendo que tudo aquilo que não é socialista vira “fascista” ou “nazista” para essa turma. Não obstante o fato de que na prática é tudo farinha do mesmo saco – socialismo, comunismo, fascismo e nacional-socialismo, todos antiliberais e coletivistas – fica a constatação de que o filme não tem absolutamente nada que nos remeta ao fascismo. A não ser, claro, que ser contra a extinção do “caveirão” seja sinônimo de fascismo...O filme mostra um Capitão Nascimento vivendo angústias pessoais, e não um monstro que adora torturas. O filme não faz apologia à tortura hora alguma, como alguns disseram. Ele apenas relata a vida dura dos policiais do Bope, e a podridão que é o sistema policial na cidade. Em resumo, ele descreve uma realidade lamentável da cidade “maravilhosa”, onde todo o sistema funciona para se perpetuar, incluindo policiais corruptos, traficantes, políticos e consumidores de drogas da classe média e alta. A tropa de elite da PM é tratada como um pequeno grupo ainda blindado contra a corrupção que devorou o restante da polícia, graças provavelmente ao sentimento de honra de seus membros. O ambiente hostil, cujo câncer da corrupção já chegou ao estágio de metástase, não colabora nem um pouco com a adoção de práticas corretas no combate ao crime. Isso não quer dizer que os métodos aplicados pelo Bope sejam dignos de aplausos. Apenas mostra como a realidade é: guerra é guerra. E o Rio vive, especialmente nesses locais, uma verdadeira guerra civil, com a total ausência do império da lei.Um suíço vendo o filme ficaria chocado, com razão. E é importante pensar nisso, pois nos força uma reflexão: a que ponto nós chegamos?! Como sapos escaldados, vamos nos acostumando com a escalada da violência, achando normal a situação deplorável da cidade. Mas de vez em quando, como se despertos de um pesadelo, a revolta e indignação chegam a tal patamar que um Capitão Nascimento, assassino de assassinos, passa a ser visto com complacência – quando não admiração. É como um grito de desespero, colocando para fora nossa angústia. As favelas viraram verdadeiras fortalezas do crime, desde quando Brizola as tornou intocáveis pela polícia. Se antes era relativamente fácil extirpar o câncer, fica cada vez mais complicado fazer isso agora. A mentalidade de que bandidos são “vítimas da sociedade” não ajuda nada. As ONGs como a Viva Rio, que vivem pregando a paz enquanto atacam a polícia e defendem os bandidos, tampouco contribui. E o fato de ONGs desse tipo terem sido tratadas como hipócritas no filme, assim como os ricos que pedem paz entre uma carreira de cocaína e outra, ajudou bastante para os ataques que recebeu da “esquerda festiva carioca”. Defender o fim da ação policial nos morros não é solução!Eu sou um defensor da legalização das drogas. Não encaro isso como uma panacéia para nossos males, lembrando que vários países possuem consumo de drogas proibidas, mas nem por isso vivem no caos em que vivemos. Mas vejo a proibição das drogas como uma das grandes causas da violência, origem do tráfico. O Capitão Nascimento passa a mesma idéia no filme, quando desabafa que está de “saco cheio” de ter que subir morro e ver as crianças que morrem por conta do tráfico só porque os “playboys” querem enrolar um baseado. Entre Al Capone e os acionistas da Inbev, eu fico com a segunda opção, sem dúvida. Não consigo entender porque alguns preferem dar dinheiro para o PCC, Comando Vermelho e FARC em vez de dar lucros para uma Souza Cruz da vida, que gera empregos formais e paga impostos. A maconha deveria ser vendida por empresas deste tipo, não por traficantes.Dito isso, a mensagem do filme, que trata como hipócritas os consumidores de drogas riquinhos, permanece válida. Afinal de contas, essas drogas estão proibidas, e este fato faz toda a diferença. Afinal, consumi-las realmente abastece os traficantes, dando munição para eles, contribuindo para a morte de inocentes na guerra do tráfico. Os defensores da legalização devem atuar no campo das idéias, buscando mudar este quadro. Mas enquanto isso não ocorre, devem entender que cada baseado aceso é mais bala de fuzil na mão de traficante assassino. Creio que esse é um motivo e tanto para abandonar o consumo até este ser legalizado.Por fim, gosto sempre de lembrar da máxima de que cinema é a maior diversão. Muitos filmes tentam passar mensagens políticas ou ideológicas, faz parte do negócio. Mas no fim do dia, um bom filme, em minha opinião, é aquele que diverte como um bom entretenimento. Por isso gosto dos filmes de ação de Hollywood, com orçamento milionário, muitas explosões e perseguições inacreditáveis de carros. E neste quesito, Tropa de Elite merece uma ótima nota. O filme prende o expectador na cadeira, atento a cada cena eletrizante. As cenas são bem realistas. A violência está presente, mas não em doses absurdas. E cá entre nós: a violência existe mesmo em nossa cidade e em nossas favelas. Será que retratar a vida como ela é virou coisa de “fascista” agora? Pelo menos o filme despertou um debate saudável sobre os temas. E quem não gosta de debates sim, são os verdadeiros fascistas! "
(editado e atualizado - 4º vez - 04/12/2007)
Fonte: Rodrigo Constantino,

terça-feira, 26 de junho de 2007

Anna Nicole Smith - estamos de luto!

A polêmica modelo americana Anna Nicole Smith, de 39 anos, morreu na quinta-feira, 07 de fevereiro, de 2007, na Flórida, segundo a emissora de TV americana CNN, que citou fontes oficiais. Smith foi encontrada inconsciente na quinta-feira em um quarto de hotel em Hollywood (norte de Miami) e levada a um hospital da região, onde veio a falecer, segundo meios locais.A loira voluptuosa, cujo nome verdadeiro era Vickie Lynn, ficou famosa por ter se casado em 1994, aos 26 anos, com o magnata petroleiro texano Howard Marshall, de 89 anos. Após a morte do milionário, quatro anos depois, a modelo reivindicou sua herança nos tribunais até ganhar 88,5 milhões de dólares do total de 1,6 bilhão deixado pelo marido.Em setembro do ano passado, ela voltou a chamar a atenção do noticiário, após perder um filho de 20 anos nas Bahamas, três dias depois de dar à luz sua filha, Dannielynn. A autópsia determinou que o jovem morreu vítima de um ataque cardíaco causado por um coquetel de medicamentos. Na semana passada, várias mulheres apresentaram queixa contra Anna Nicole na Califórnia (oeste), reprovando-a por fazer promoção de pílulas de emagrecimento cuja eficácia elas contestavam.Ela também era alvo de outro problema judicial, pois um paparazzi reivindica a paternidade da filha de Anna Nicole, que assegurava que o pai era seu companheiro, o advogado Howard Stern.

Anna era muito famosa nos Estados Unidos, e há várias fotos suas na internet. Vale a pena dar uma pesquisada no google, a modelo realmente era muito linda.

Fica aqui nossos pêsames à linda modelo, Anna Nicole Smith. Não porque a conhecemos, mas porque ela era deliciosa.



Veja algumas da musa

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Natália Guimarães

Natália Gumarães, studante de arquitetura, 22 anos, é de Juiz de Fora, Minas Gerais, atual miss Brasil e vice miss mundo.

Muitos dizem que foi um absurdo a brasileira não ter ganho o concurso, já que Donald Trump, “dono” do concurso, tem negócios importantes lá no Japão — o que explicaria os três prêmios da noite terem ficado com orientais.





Fotos da miss nas passarelas.