sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Tank Abbott x Vitor Belfort


Video de luta realizada no Ultimate Fights, se não o maior, um dos maiores palcos de lutas que misturam vários estilos de artes marciais.

(editado e atualizado - 2º vez)

Juliana Paes arrasa em festa das 100 mais sensuais da revista VIP - 2007

Juliana Paes foi eleita pela revista VIP a mais sexy do Brasil
O clima frio e chuvoso Rio de Janeiro dava o tom na festa da revista "VIP" para as 100 mulheres mais sensuais do mundo segundo os leitores brasileiros na noite de quarta-feira, 24.

A música "bate-estaca" colaborava para que a pista de dança ficasse vazia. A noite corria assim até que à meia-noite Juliana Paes, agora loira, chegasse ao salão do Museu de Arte Moderna, local da festa, com seu vestido prata metálico curto e acinturado.
Ao som do funk "Glamurosa", Juliana esquentou a festa que, como dizem os freqüentadores da noite, "bombou" a partir de sua chegada.

Juliana Paez
A atriz recebeu o prêmio de mulher mais sexy do mundo pela segunda vez consecutiva. Do alto de um palco vermelho, Juliana agradeceu. “Foi uma surpresa. Primeiro porque não tinha atentado para a data. O ano passou muito rápido ... Não estava pensando nisso. Fico muito feliz em ganhar uma eleição popular. Estou muito lisonjeada”, disse a atriz.
Juliana disse se achar sexy "na maioria das vezes" e atribuiu o fato ao seu jeito espontâneo.

Big Brother
Os integrantes do BBB 7 foram à festa em peso. Bruna Tavares e Alberto Caubói, Flávia Viana e Fernando Justin e Carollini Honório estiveram lá. Irislene Stefanelli, a Siri, chegou à 1h.

iris siri
Quando a trupe de humoristas finalmente deu um descanso, Iris falou sobre sua presença na lista das 100 +. “É um sonho. Eu não acredito. Se você me dissesse isso há um ano, eu não acreditaria. É uma surpresa”. Sobre a solteirice, ela, que terminou um relacionamento curtíssimo com o empresário Stravos Stilianos, disse esperar alguém especial. “Logo, logo vai aparecer alguém especial”. Com a entrevista já encerrada, Iris voltou a gravar – e repetiu a fala por duas vezes - a pedido de sua assessora, para agradecer aos fãs a sua eleição na revista.

fonte EGO

Mais imagens das musas

sábado, 13 de outubro de 2007

Tropa de Elite - é faca na caveira!

"Finalmente vi o tão falado filme Tropa de Elite, no dia da estréia oficial nos cinemas. Gostei muito. O que mais me impressionou no filme foi seu realismo, a forma direta como trata de delicados temas – como o da violência carioca. Após ver o filme, parece-me incompreensível o rótulo de “fascista” que muitos esquerdistas deram ao filme. Sim, entendo que tudo aquilo que não é socialista vira “fascista” ou “nazista” para essa turma. Não obstante o fato de que na prática é tudo farinha do mesmo saco – socialismo, comunismo, fascismo e nacional-socialismo, todos antiliberais e coletivistas – fica a constatação de que o filme não tem absolutamente nada que nos remeta ao fascismo. A não ser, claro, que ser contra a extinção do “caveirão” seja sinônimo de fascismo...O filme mostra um Capitão Nascimento vivendo angústias pessoais, e não um monstro que adora torturas. O filme não faz apologia à tortura hora alguma, como alguns disseram. Ele apenas relata a vida dura dos policiais do Bope, e a podridão que é o sistema policial na cidade. Em resumo, ele descreve uma realidade lamentável da cidade “maravilhosa”, onde todo o sistema funciona para se perpetuar, incluindo policiais corruptos, traficantes, políticos e consumidores de drogas da classe média e alta. A tropa de elite da PM é tratada como um pequeno grupo ainda blindado contra a corrupção que devorou o restante da polícia, graças provavelmente ao sentimento de honra de seus membros. O ambiente hostil, cujo câncer da corrupção já chegou ao estágio de metástase, não colabora nem um pouco com a adoção de práticas corretas no combate ao crime. Isso não quer dizer que os métodos aplicados pelo Bope sejam dignos de aplausos. Apenas mostra como a realidade é: guerra é guerra. E o Rio vive, especialmente nesses locais, uma verdadeira guerra civil, com a total ausência do império da lei.Um suíço vendo o filme ficaria chocado, com razão. E é importante pensar nisso, pois nos força uma reflexão: a que ponto nós chegamos?! Como sapos escaldados, vamos nos acostumando com a escalada da violência, achando normal a situação deplorável da cidade. Mas de vez em quando, como se despertos de um pesadelo, a revolta e indignação chegam a tal patamar que um Capitão Nascimento, assassino de assassinos, passa a ser visto com complacência – quando não admiração. É como um grito de desespero, colocando para fora nossa angústia. As favelas viraram verdadeiras fortalezas do crime, desde quando Brizola as tornou intocáveis pela polícia. Se antes era relativamente fácil extirpar o câncer, fica cada vez mais complicado fazer isso agora. A mentalidade de que bandidos são “vítimas da sociedade” não ajuda nada. As ONGs como a Viva Rio, que vivem pregando a paz enquanto atacam a polícia e defendem os bandidos, tampouco contribui. E o fato de ONGs desse tipo terem sido tratadas como hipócritas no filme, assim como os ricos que pedem paz entre uma carreira de cocaína e outra, ajudou bastante para os ataques que recebeu da “esquerda festiva carioca”. Defender o fim da ação policial nos morros não é solução!Eu sou um defensor da legalização das drogas. Não encaro isso como uma panacéia para nossos males, lembrando que vários países possuem consumo de drogas proibidas, mas nem por isso vivem no caos em que vivemos. Mas vejo a proibição das drogas como uma das grandes causas da violência, origem do tráfico. O Capitão Nascimento passa a mesma idéia no filme, quando desabafa que está de “saco cheio” de ter que subir morro e ver as crianças que morrem por conta do tráfico só porque os “playboys” querem enrolar um baseado. Entre Al Capone e os acionistas da Inbev, eu fico com a segunda opção, sem dúvida. Não consigo entender porque alguns preferem dar dinheiro para o PCC, Comando Vermelho e FARC em vez de dar lucros para uma Souza Cruz da vida, que gera empregos formais e paga impostos. A maconha deveria ser vendida por empresas deste tipo, não por traficantes.Dito isso, a mensagem do filme, que trata como hipócritas os consumidores de drogas riquinhos, permanece válida. Afinal de contas, essas drogas estão proibidas, e este fato faz toda a diferença. Afinal, consumi-las realmente abastece os traficantes, dando munição para eles, contribuindo para a morte de inocentes na guerra do tráfico. Os defensores da legalização devem atuar no campo das idéias, buscando mudar este quadro. Mas enquanto isso não ocorre, devem entender que cada baseado aceso é mais bala de fuzil na mão de traficante assassino. Creio que esse é um motivo e tanto para abandonar o consumo até este ser legalizado.Por fim, gosto sempre de lembrar da máxima de que cinema é a maior diversão. Muitos filmes tentam passar mensagens políticas ou ideológicas, faz parte do negócio. Mas no fim do dia, um bom filme, em minha opinião, é aquele que diverte como um bom entretenimento. Por isso gosto dos filmes de ação de Hollywood, com orçamento milionário, muitas explosões e perseguições inacreditáveis de carros. E neste quesito, Tropa de Elite merece uma ótima nota. O filme prende o expectador na cadeira, atento a cada cena eletrizante. As cenas são bem realistas. A violência está presente, mas não em doses absurdas. E cá entre nós: a violência existe mesmo em nossa cidade e em nossas favelas. Será que retratar a vida como ela é virou coisa de “fascista” agora? Pelo menos o filme despertou um debate saudável sobre os temas. E quem não gosta de debates sim, são os verdadeiros fascistas! "
(editado e atualizado - 4º vez - 04/12/2007)
Fonte: Rodrigo Constantino,